Um orçamento baseado apenas na parcela ou no preço anunciado cria risco de surpresa. A composição muda conforme imóvel pronto ou na planta, forma de pagamento, financiamento, estágio documental e necessidades de uso. O melhor caminho é separar custos de aquisição, custos recorrentes e reserva para imprevistos.
1. Custos de aquisição
Tributos, escritura e registro podem incidir conforme a operação. A Prefeitura de Florianópolis mantém serviços relacionados ao ITBI; os requisitos e valores devem ser verificados na data da negociação. Não use uma taxa vista em outra cidade ou em conteúdo antigo como cálculo definitivo.
2. Crédito e forma de pagamento
Se houver financiamento, entenda a entrada, juros, sistema de amortização, prazo, seguros e demais encargos previstos pela instituição. O CRECI-SC recomenda comparar regras, taxas, prazos e condições antes da contratação.
3. Custos recorrentes após a compra
Condomínio, IPTU, energia, internet, seguros, manutenção e eventualmente vagas ou serviços devem entrar na projeção mensal. Em imóveis novos, planeje também a mobília e os ajustes necessários para colocar a unidade em uso.
4. Mantenha uma reserva
Custos de documentação podem variar, condições de crédito podem mudar e mudanças de plano acontecem. Uma reserva não elimina risco, mas evita que uma compra saudável no papel fique apertada por despesas de transição.
5. Planilha mínima de decisão
- Preço e calendário de pagamento.
- Entrada e crédito, se aplicável.
- ITBI, escritura, registro e certidões quando aplicáveis.
- Condomínio, IPTU, seguros e manutenção.
- Mobília, mudança e adaptações.
- Reserva para imprevistos.
Complete a sua conta com dados atuais. Solicite as condições comerciais do Villa Maggiore e confronte-as com o planejamento deste guia.
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